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BOLSONARO QUER QUE QUARTÉIS CELEBREM GOLPE MILITAR DE 1964

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Foto: Marcos Côrrea/Presidência da República

O Presidente Jair Bolsonaro se reuniu com os chefes das Forças Armadas, solicitando que os mesmos, incluam no calendário de comemorações, a data de 31 de Março de 1964. Essa data é marcada pelo golpe militar, que derrubou o então presidente da República João Goulart.
Os Generais da reserva pedem cautela ao presidente, pois, estão em beira da negociação da reforma da previdência e isso, poderá atrapalhar com os parlamentares.
O que Bolsonaro está pedindo é que, volte a comemoração dessa data, quando hoje a Esplanada dos Ministérios tem o maior número de Militares em postos de comando das pastas.
Essa data foi extinta das comemorações, desde 2011 por orientação da presidente em exercício, foi solicitada que não fizessem nenhuma alusão a essa data.

Segundo o Palácio do Planalto, a ordem do dia será lida por comandantes de cada força, com textos diferentes e terá o título de “lições aprendidas“.
A orientação é constar no texto, a importância das Forças Armadas no contexto político atual, sendo principal pilar de sustentação do Governo Federal.
Eles afirmaram que não querem gerar “alarde”, porque não é hora de “levantar poeira”, pois, é hora de aumentar o número de emprego e acalmar a população.
A data foi condenada pela OEA (Organização dos Estados Americanos), pelo desaparecimento de milhares de pessoas durante o regime militar, que coincidiu com a criação do Conselho Nacional da Verdade.
O próprio Bolsonaro que é fã incondicional do coronel CARLOS ALBERTO BRILHANTE USTRA, homenagem feita durante a cassação do mandato de Dilma Roussef, que era comandante do DOI-Codi do Exército Brasileiro, de onde teriam sido mortos mais de 45 pessoas durante o regime.

Para relembrar o que o atual presidente disse:
“Perderam em 64, perderam agora em 2016. Pela família, pela inocência das crianças em sala de aula, que o PT nunca teve, contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff, pelo Exército de Caxias, pelas Forças Armadas, pelo Brasil acima de tudo e por Deus acima de tudo, o meu voto é sim” .


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