A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC), representante do estado de Santa Catarina, se tornou alvo de críticas por parte de petistas e partidos de esquerda nas redes sociais. A polêmica teve início devido a uma postagem na qual a deputada aparece segurando um rifle e vestindo uma camiseta com a frase “COME AND TAKE ME” (Venha e me leve). A imagem estampada na camiseta apresenta uma mão com quatro dedos, o que levou alguns a acreditarem que se tratava de uma referência ao presidente Lula.

Júlia é uma defensora fervorosa do direito ao porte de armas, tendo postado a foto em questão na tarde do dia 17, a qual se tornou viral nas redes sociais e estampou manchetes em jornais de todo o Brasil. A deputada rapidamente se tornou o alvo preferido de seus colegas parlamentares da esquerda, sendo acusada de incitar a violência.

Com Lula no poder, deixamos um sonho de liberdade p/ passar para uma defesa única e exclusiva dos empregos, do pessoal que investiu no setor de armas. Estamos agora falando em socorrer empregos +”, afirmou a deputada federal Júlia.

Após a descoberta da postagem, membros do Congresso começaram a exigir a cassação da deputada, porém, é importante ressaltar que para que isso ocorra, é necessário que seja aberto um processo e enviado à comissão de ética da casa. Até o momento, não há nada que indique qualquer falta de decoro por parte da deputada.

Especialistas afirmam que não há menção ao nome do presidente na postagem em questão, tampouco alusão a qualquer crime de terrorismo, como vem sendo noticiado pela mídia. A deputada não incita qualquer tipo de violência contra o presidente Lula.

Porém, tudo o que se opõe ou vai contra a vontade do Governo Federal acaba se tornando alvo da imprensa tradicional, o que tem gerado grande controvérsia em relação ao caso.

No primeiro dia de mandato, o governo revogou, através de decreto, a emissão de novos registros para CACs (Colecionador, Atiradores Competidores), suspendendo todos os novos pedidos e convocando todos os que possuem registro a se recadastrarem junto à Polícia Federal até o dia 31 de abril de 2023.

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