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MARCELO CRIVELLA SOLTO POR GILMAR MENDES E VOLTA PRA CASA

REUTERS/Pilar Olivares
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Brasília-DF. O Ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, revogou no dia dessa sexta-feira 12 o pedido de prisão domiciliar do ex-prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (Republicanos-RJ).
Marcelo é investigado por diversos crimes, tais como: Lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, improbidade administrativa, dentre outros de participar do esquema conhecido como “QG da Propina” e organização criminosa.
Mesmo livre da prisão domiciliar, Crivella deverá usar uma tornozeleira eletrônica, para ser rastreado e não poderá se ausentar do estado onde vive e nem deixar o país. Seu passaporte deverá sem entregue as autoridades no prazo de 48 horas, após a sua liberação da sentença e não poderá manter nenhum tipo de contato com os demais investigados no processo.

“Determino, ainda, as seguintes cautelares, diversas da prisão (…): a) comparecimento periódico em juízo, no prazo e nas condições fixadas pelo juiz de origem, para informar e justificar atividades; b) proibição de manter contato com os demais investigados, por qualquer meio; c) proibição de deixar o País, devendo entregar seu (s) passaporte (s) em até 48 horas”, escreveu Gilmar Mendes.

Os advogados de Crivella diz que, a liberação da prisão é uma demonstração de que, a prisão ordenada pela Justiça do Rio de Janeiro foi ilegal e desnecessária. “a ordem de prisão domiciliar pelo Superior de Justiça, e agora a revogação pelo Supremo Tribunal Federal, confirmam que a operação de dezembro foi abusiva e baseada em ilações”. Disse os advogados.

Junto com Marcelo Crivella estão no processo o operador financeiro do sistema segundo as investigações Rafael Alves e Marcelo Alves, ex-presidente da Riotur empresa encarregada do turismo no Rio de Janeiro. A lista dos suspeitos no processo envolve os nomes do ex-senador Eduardo Lopes (Republicanos-RJ), Marcelo Faulhaber e Arthur Soares conhecido como o “Rei Arthur”, empresário do setor de transportes no Rio.

EM QUE CRIVELLA ESTÁ SENDO ACUSADO?

De participar do esquema de propina durante sua gestão como prefeito, onde um suposto sistema de propina era articulado pelo grupo criminoso, envolvendo pagamentos a credores da prefeitura em troca de dinheiro.
Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro o esquema rendeu mais de 53 milhões de reais, distribuídos em 20 empresas em nomes de laranjas e de fachada, criada pela quadrilha.
O doleiro Sérgio Mizrahy entregou todo mundo, que fazia parte do esquema em sua delação premiada e falou como eram realizados os contratos com a prefeitura. Primeiro era feito o aliciamento das empresas que firmariam o contrato, e que queriam receber o restante a pagar pelos serviços prestados, sendo que os percentuais giravam em torno de 3% a 5% em propina em espécie.

Fonte: Estadão/Uol/CNN Brasil.

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