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GOIÁS CHEGA A QUASE 100% DA OCUPAÇÃO DOS LEITOS POR COVID-19 EM TODO O ESTADO

Michael Dantas/AFP
Michael Dantas/AFP
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Goiânia-GO. A pandemia não dá trégua no Estado de Goiás e na manhã dessa segunda-feira (15) chegou ao índice de 98,67% das ocupações dos leitos na rede pública e de 92,3% nos hospitais particulares.
Com o feriado de carnaval mesmo com o Decreto do Governador Ronaldo Caiado, as aglomerações continuam acontecendo nas mais diversas cidades de Goiás, jovens desrespeitando e participando de festas clandestinas, bares e restaurante lotados.
O maior aglomerado de hotéis de Goiás em Caldas Novas as aglomerações das piscinas está em pleno vapor, tendo festas carnavalescas com bandas e o povo tudo dentro d’água sem nenhuma preocupação com o coronavirus.
A variante mais agressiva do vírus foi encontrada em uma das cidades satélites do Distrito Federal em Luziânia-GO, onde pessoas que, não estiveram em Manaus, que sofre com o aumento excessivo no número de mortes, foram contaminados.
Essa nova fase do COVID-19 é a mais rápida em transmissão e agravamento do caso clínico, levando maior número de pessoas a internação e aos casos de óbitos.
Águas Lindas não é diferente. Nas redes sociais milhares de pessoas postam diariamente várias fotos dos bares e boates da cidade cheios, onde os ambientes são encontrados inúmeras pessoas sem máscaras, dançando e interagindo com as outras mesas sem nenhuma fiscalização.
No Domingo (14) teve uma tradicional Domingueira da cidade, organizada pelas redes sociais, cujo o local da festa só fora divulgado no dia do evento, para evitarem a fiscalização e o encerramento da festividade. O Decreto 1063/2020 do Prefeito de Águas Lindas Lucas Antonietti proíbe aglomerações e reuniões desse tipo, porém já foram realizados após sua publicação uma cavalgada com mais de 600 pessoas em um galpão numa chácara no bairro de Padre Lúcio.
Controversas ao decreto essas pessoas que organizam as festas, desafiam o Poder Público e não tem o mínimo de consciência em relação ao mundo que está ao seu redor. A população que necessita de fato sair de suas casas, para manterem os seus empregos, se vêm acuadas diante da impossibilidade de defesa e de serem expostos ao vírus, por questões de falta de fiscalização e punição dos responsáveis.
As chamadas para interdição das festas clandestinas cresceram durante esse feriado. Várias ocorrências aconteceram em cidades do Entorno do Distrito Federal e Região Metropolitana de Goiânia.

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